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“Cafés Temáticos” demonstram a transversalidade do programa

“Cafés Temáticos” demonstram a transversalidade do programa

28-11-2017
“Cafés Temáticos” demonstram a transversalidade do programa

 

II Fórum Portugal Sou Eu

 

 

O programa do II Fórum “Portugal Sou Eu” contou com um espaço aberto à conversa e à partilha de ideias entre Empresas Aderentes e entidades com as quais o “Portugal Sou Eu” mantém parcerias diversas.

Com o objetivo de mostrar a transversalidade do “Portugal Sou Eu”, os “Cafés Temáticos”, que decorreram em simultâneo, abordaram cinco assuntos distintos e contaram com a moderação dos parceiros do programa.

O “Produzir em Portugal para o mundo”, dinamizado pela AIP e pela CAP, contou com a participação das empresas HR Indústria, Licóbidos e Manulena, entre outras.

As três Empresas Aderentes apresentaram os seus testemunhos sobre as mais-valias da adesão ao “Portugal Sou Eu”, dando a conhecer as suas experiências nos mercados externos e a importância de ter o Selo do programa nos seus produtos.

Da conversa resultaram algumas mensagens que ilustram as necessidades das empresas na conquista de novos mercados, como, a urgência em criar uma identidade forte para o exterior assente numa imagem/símbolo que permita que os produtos nacionais sejam reconhecidos além-fronteiras. Ficou clara a necessidade de combater as duplicações de símbolos, que só enfraquecem a imagem de Portugal lá fora pela dispersão que criam.

“Cooperação e Inovação” foi o tema dinamizado pela AEP e pela APED, que enquadrou estes conceitos, sentando à volta da mesa a SONAE MC e a empresa Arquitetura em Movimento.

Como base de discussão estiveram os indicadores relativos à I&D no contexto europeu e nacional e a forma como a cooperação pode constituir uma vantagem competitiva, permitindo atingir objetivos mais céleres, mais económicos e com menores riscos, criando uma maior dinâmica e adaptabilidade e fortalecendo a capacidade de inovar e conquistar novos públicos e novos mercados.

A SONAE MC deu o seu testemunho de aposta em I&D e cooperação, com enfoque nas marcas próprias da insígnia e a Arquitetura em Movimento explicou o modelo adotado no desenvolvimento do projeto, designadamente nas vertentes de inovação e cooperação, através da apresentação da tecnologia patenteada e das parcerias que lhe permitiram alavancar o projeto.

O tema “Novos Conceitos: o consumo de experiências” esteve a cargo da AHRESP e da CCP. As convidadas foram a Ensinus, a Lifecooler e a Loja do Sal, que partilharam experiências de consumo diferentes, recorrendo a novas abordagens (para agradar aos consumidores), comunicando-lhes, sobretudo, sensações e emoções por via do consumo experimental.

A Ensinus apresentou o modelo de loja “Portugal Sou Eu”, que tem por base uma loja física. A Sítios-Lifecooler lembrou que os seus serviços correspondem aos objetivos fundamentais do programa, uma vez que promove experiências gastronómicas, turísticas em território nacional.

Já a Loja do Sal, uma empresa familiar com lojas em Portugal, França, Alemanha, Bélgica, Suíça, Holanda e nos Estados Unidos, explicou que a adesão ao “Portugal Sou Eu”, através do uso do Selo, tem contribuído para alavancar a imagem da sua marca, associando-a a produtos portugueses de qualidade.

O “Modelo de Rede de Empresas Portugal Sou Eu” foi dinamizado pelo IAPMEI. Este Modelo de Rede, que o programa pretende dinamizar no próximo triénio, assenta em quatro pilares fundamentais: Informação, Qualificação, Internacionalização e Cooperação, sendo um “Eco sistema único e exclusivo” para as Empresas Aderentes.

No âmbito da Cooperação, a mesa contou com a presença de um conjunto de empresas e participantes que ilustraram com casos concretos como o programa “Portugal Sou Eu” pode alavancar oportunidades de negócio e vantagens para as Empresas Aderentes.

A Movelife explicou como a parceria de cooperação estratégica celebrada com o “Portugal Sou Eu” apresenta condições vantajosas para a indústria alimentar e o setor Horeca, exclusivas para a rede de Empresas Aderentes, tendo a empresa Sabores da Torre, falado sobre as vantagens da adesão ao programa “Portugal Sou Eu”, exemplificando os descontos que tem no serviço da Movelife. A Compta Emerging Business, que desenvolve a plataforma ProdFarmer, dedicada ao comércio eletrónico, disponibiliza uma solução que facilita a compra e venda online de produtos do setor agrícola e agroalimentar. Esta parceria de cooperação estratégica com o “Portugal Sou Eu” gera vantagens para as Empresas Aderentes que pretendam entrar no negócio online.

“O Artesanato Certificado: um valor para a economia” foi dinamizado pela AIP, que contou com a participação do IEFP e CEARTE. As conclusões foram unânimes e apontaram para o facto das produções artesanais serem reconhecidas pelo seu contributo para a identidade nacional. Tendo em conta fatores competitivos como a diferença e a singularidade, as produções artesanais contribuem para a promoção do desenvolvimento local e da fileira turística e para a valorização das profissões criativas.

A importância crescente do turismo também esteve em discussão, sendo claro para os presentes que é um fator que potencia o desenvolvimento do setor do artesanato. Neste “Café Temático” estiveram ainda em cima da mesa temas como os novos nichos de mercado (oferta e procura de produtos diferenciados), as práticas de produção responsáveis e sustentáveis, que beneficiam o desenvolvimento das comunidades produtoras.

Todos os participantes concordaram que existem novas perspetivas de mercado para as produções artesanais, verificando-se, igualmente, uma tendência ao nível do comportamento do consumidor, que, movido por razões de ordem simbólica, procura cada vez mais marcas e objetos que remetam para a identidade e o património. A certificação dos produtos artesanais tradicionais também esteve em debate, como garantia de qualidade e autenticidade.

 

Fonte: Portugal Sou Eu

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